quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Encontro de Casais


Participe do Encontro de Casais que acontece todo 1º Sábado do mês na Igreja Batista do Angelim. E nesse dia 6 de setembro não será diferente. Venha e convide amigos!!!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ESCOLA DA FAMÍLIA INICIA DIA 24 DE AGOSTO

Estamos vivendo um tempo em que é vital fortalecermos os fundamentos da família, neste sentido, aqueles que querem fortalecer os fundamentos de uma boa família, os que tiveram suas famílias quebradas e querem reconstruí-las ou os que estão se preparando para constituir a sua, a partir do próximo mês, agosto, a Igreja Batista do Angelim, por meio do Ministério da Família, estará dando início ao projeto Escola da Família.
“O objetivo principal dessa escola é edificar os casamentos ajudando os casais na prevenção e resolução dos problemas que enfrentamos na vida conjugal, bem como restaurar e edificar aqueles casais que estão passando por crise em seu casamento”, explica o Pr. Fernando Santana, líder do ministério. 
A escola terá duração de três meses, funcionará aos domingos das 8h30 às 10h30, abordando temas como: vida conjugal, linguagens do amor, finanças na família, sexualidade, criação de filhos etc. Todos os casais casados, casais que moram juntos, pais e mães solteiros estão convidados a se escreverem e investirem em sua família.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

FEIJOADA MAIS QUE CANÇÕES


Participe da Feijoada com a finalidade de arrecadar fundos para o Encontro com Deus da Rede Mais que Canções.
* Leve um convidado e pague R$ 15,00 por duas entradas

MAPA DE ACESSO AO LOCAL


sábado, 12 de maio de 2012

Ação Social - Orfanato - Rede Mais que Canções

Como é bom quando Deus nos dá oportunidade de ajudar as pessoas, principalmente os pequeninos  Dele.
Neste Sábado dia 12, a Rede Mais que canções, abençoada pela nossa Igreja Batista do Angelim realizou uma Ação Social no Orfanato localizado no turu, onde exercemos um pouco de solidariedade, amor e carinho com as crianças que se encontravam lá, com a realização de oficinas de arte, recreação, além de uma homenagem para as mães e voluntários.
Nossa pastora amanda Pr. Flávia, ministrou uma palavra para os voluntários do orfanato, enquanto a Rede cuidava das crianças. 
As crianças

Uma Alegria só
Oficina de Artes
Pr. Flávia com equipe do Ofanato

Oficina de Flores
Esses foram alguns momentos da ação.

Atualmente esta funcionando uma Célula no orfanato aos sábados na Responsabilidade de Josy da Geração Forte.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Superando a Natureza Caída! – por Luciano R. Meier


“Então, Jesus lhes disse: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?…” (Marcos 9.19)

Essas palavras fazem parte da narrativa em que Jesus libertou um rapaz endemoninhado diante do apelo do pai. Justamente aquele rapaz que alguns dos seus discípulos não conseguiram libertar. Isoladamente, essa declaração parece uma repreensão um tanto quanto dura, mas quando analisamos o contexto todo podemos perceber que há uma mensagem muito mais profunda contida nela. Essa mensagem dificilmente seria percebida em uma leitura mais superficial, pois o que se consegue ver em meio a superficialidade é apenas um forte e acusador desabafo de Jesus.
Diante disso quero chamar sua atenção aos versículos quatorze, quinze e dezesseis, do mesmo capítulo nove, do evangelho de Marcos:
“Quando eles se aproximaram dos discípulos, viram numerosa multidão ao redor e que os escribas discutiam com eles. E logo toda a multidão, ao ver Jesus, tomada de surpresa, correu para ele e o saudava. Então, ele interpelou os escribas: Que é que discutíeis com eles?” (Marcos 9.14-16).
Perceba que o mesmo Jesus que repreendeu tão duramente seus discípulos, alguns momentos antes os defendeu da sagacidade dos escribas. Sofreria Jesus de distúrbio bipolar? Seria ELE esquizofrênico? Defende, ataca, ataca, defende? Não! Para entendermos melhor, deixe-me apontar dois detalhes que apresentam claramente a postura de correção, e não de ataque do Senhor Jesus ao declarar: “Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?…”.
Primeiro, as Escrituras são claras quando afirmam que os escribas discutiam com aqueles discípulos de Jesus, os nove, que não conseguiram libertar o menino. Essa palavra no original grego, segundo o Léxico de Strong, expressa a idéia de uma disputa através de questionamentos, através de perguntas. A Bíblia de Estudo Plenitude traz uma nota bastante elucidadora que esclarece bem o versículo quatorze: “Os escribas estavam aparentemente tirando vantagem da falha dos discípulos para libertar o garoto endemoninhado.”. Segundo, note que essa disputa, essa postura de tirar vantagem do ocorrido, se deu entre uma numerosa multidão, ou seja, os religiosos queriam gerar descrédito, queriam desacreditar aqueles homens, queriam desacreditar o movimento liderado por Jesus expondo seus mais próximos seguidores.
É justamente, em meio a essa situação, que Jesus se impôs: “Então, ele interpelou os escribas: Que é que discutíeis com eles?”. A maioria das versões bíblicas brasileiras utiliza a palavra perguntou, já a versão Revista e Atualizada (RA), acertadamente usou uma outra palavra, que apesar de não ser muito comum ao nosso português coloquial, o português do dia-a-dia, expressa uma ênfase maior, do que apenas perguntou. Essa palavra traduzida para o português como interpelou, no original grego, está procurando exprimir uma abordagem bastante incisiva de alguém que tem uma indagação, uma pergunta, é a postura de alguém que exige uma resposta para sua pergunta. Foi essa a atitude de Jesus ao fazer esse questionamento.
Fica muito evidente o ato protetor de Jesus naquele momento. Jesus não apenas defendeu sua missão, mas principalmente, defendeu seus companheiros, aqueles que dariam continuidade a sua obra. ELE queria que todos soubessem, escribas e a multidão, que aqueles nove homens faziam parte dos seus doze homens valorosos e tinham o seu aval.
Agora, como o Jesus que protegeu seus discípulos tão prontamente, momentos depois os repreende tão duramente?
“Então, Jesus lhes disse: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?…” (Marcos 9.19).
Entenderemos melhor quando considerarmos as palavras usadas por Jesus. Marcos faz menção apenas da expressão incrédula, mas Mateus e Lucas, ainda complementam com a palavra perversa, ou seja, Jesus os chamou de geração incrédula e perversa.
Seja sincero(a), qual a figura que surge em sua mente ao ouvir estas duas expressões: incrédula e perversa? Quase que instantaneamente nos vem à ideia alguém que não crê e que pratica o mal conscientemente, por puro prazer. Devido a isso a aparente controvérsia de Jesus, ora defende, ora ataca. Acontece que o significado primário dessas expressões é justamente uma referência a pessoas presas a comportamentos de uma natureza caída. A palavra incrédula significa: “pessoa infiel, que não se pode confiar”. E o significado de perversa: “pessoa que se desvia, se desencaminha”, ou seja, sai do caminho.
O quadro todo recebe uma nova luz, surge um novo entendimento: Jesus não estava apontando o dedo e repreendendo seus discípulos por não terem libertado o menino. Ele estava sinalizando o motivo pelo qual isso aconteceu: a infidelidade deles a ponto de levá-los a desviar-se dos ensinos e do estilo de vida por Ele proposto. É mais ou menos como se Jesus estivesse dizendo: “Quando vocês estão comigo operam libertações, mas sozinhos, logo se desviam por que são infiéis.”. É justamente aqui, que tudo começa a fazer sentido: o que levou aqueles homens a terem sido infiéis, o que os levou a desviar dos caminhos estabelecidos pelo Mestre, o que os fez, em meio a certa distância de Jesus, não permanecerem a altura da vocação que haviam recebido? A resposta é bem clara, objetiva e simples: a natureza caída, o poder dominador da natureza caída.
Quero explicar melhor isso compartilhando uma experiência marcante que tive há algum tempo. Eu estava caminhando do centro da cidade rumo ao meu lar, quando comecei a questionar meu próprio comportamento. Eram dias onde uma constância de segurança estava sendo ameaçada por alguns imprevistos. Então eu dizia para mim mesmo: “Como pode, é só eu passar por um momento de prova, e estou aqui, cabisbaixo, emburrado, reclamando com Deus. Como uma criança que fica emburrada quando houve um não do pai e da mãe. Justamente eu, que tenho pregado tanto sobre firmar-se em Deus independente das circunstâncias.”. E queridos, eu estava nessa conversa comigo mesmo, me questionando, quando de repente, e, eu amo esse “de repente”, o Espírito Santo me falou.
Quero abrir um parêntese aqui. Muitas vezes quando falamos que o Espírito Santo nos falou estamos nos referindo algum acontecimento em específico que nos levou a entender isso. Mas quero enfatizar que quando eu estava tendo essa conversa comigo mesmo, ele realmente falou, só faltou eu ouvir com os ouvidos naturais, foi de repente, ELE surpreendentemente disse: “Comportamentos de uma natureza caída!”. Nossa! Uau! Foi tão impactante que eu nem parei para pensar nessa frase, peguei logo meu celular e andando mesmo, a digitei. Depois comecei a meditar buscando uma maior revelação: “Comportamentos de uma natureza caída!”.
Agora pense comigo, poucos de nós foram ensinados nos caminhos do Senhor desde a infância. Calcule quantos anos você foi refém da sua própria natureza caída, influenciada pelo mundo e pelo próprio diabo. Agora pense em termos de meses, semanas, dias, horas… Eis aí uma das evidentes razões para Jesus ter escolhido um grupo para estar vinte e quatro horas com Ele. Eles foram chamados a uma desintoxicação, foram chamados a purificação, chamados a uma real transformação. Estar com ELE, para se parecer mais e mais com ELE. Jesus os chamou para que eles experimentassem uma mudança de pensamento e comportamento, Jesus os chamou para que não estivessem mais sujeitos a própria natureza caída.
É extremamente necessário reconhecer que ainda somos afetados por nossa natureza caída. Infelizmente, ela ainda exerce um domínio muito grande sobre nós. Mas a questão é: como superar isso? Como vencê-la a ponto de não mais fazer parte de uma geração incrédula e perversa? É simples, mas ao mesmo tempo, um grande desafio! É preciso parar e considerar o desejo de Jesus em fazer fluir sua vida em nós. Isso, ELE faz através de um relacionamento fundamentado na proximidade, na intimidade, na constância em se estar junto a ELE.
Atente para as palavras do evangelista Marcos:
“Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar” (Marcos 3.14).
O primeiro interesse de Jesus, segundo Marcos, fica bem claro: “…para estarem com ele…”. Acompanhe essa declaração na Nova Tradução da Linguagem de Hoje:
“Então escolheu doze homens para ficarem com ele e serem enviados para anunciar o evangelho. A esses doze ele chamou de apóstolos.” (Marcos 3.14 NTLH)
Você consegue perceber a ênfase? Que tal na paráfrase conhecida como Bíblia Viva:
“Então Ele selecionou doze deles para serem seus companheiros constantes e saírem para pregar e expulsar demônios.” (Marcos 1.14-15 BV)
Faço minhas as palavras da nota da Bíblia de Estudo NVI: “… O treinamento dos doze consistia não somente em instruções e prática nas várias formas do ministério, mas também em convívio contínuo com o próprio Jesus e comunhão íntima com ele.”.
Essa é a forma, a maneira, o modo, o jeito, de superar a natureza caída. É assim, e só assim, que experimentaremos a liberdade: estando com Jesus, ficando com Jesus, convivendo com Jesus!
Isso se torna mais evidente quando entendemos a ideia por trás da palavra que foi traduzida para o português como designou:“Tornar alguém alguma coisa”. Ou ainda: “Produzir, tornar pronto, fazer algo a partir de alguma coisa, fazer alguém”.
Lembre-se a forte indagação de Jesus: “Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?…”. Foi feita aqueles que não subiram o monte com ELE, aqueles que por um tempo ficaram afastados d’ELE, foi feita aqueles que deixaram-se dominar pela velha e persistente natureza caída.
Quando falo sobre isso: “SUPERANDO A NATUREZA CAÍDA”, gosto de ilustrar contando parte do testemunho do conhecidíssimo ministro da música, o adorador Asaph Borba. Tive o privilégio de ouvi-lo pregando quando ele contou isto. Ele falava sobre a forma profundamente caída em que ele se encontrava quando entregou sua vida para o Senhor Jesus. O nível de imoralidade e iniquidade que ele havia experimentado era profundo, segundo ele. Seu comportamento era totalmente dominado por sua natureza caída. Ele revelou que passava horas e horas, trancado no quarto aprofundando-se no pecado através da pornografia, isso antes de reconhecer Jesus como Senhor e Salvador de sua vida. A partir dessa entrega, dessa aliança estabelecida com Jesus, ele buscou libertar-se e limpar-se, não sendo mais escravo da sua natureza caída. E o que ele fez? Ele decidiu resolutamente trancar-se no quarto para, agora, experimentar não só a libertação, mas a purificação. Isso mesmo, a libertação e a purificação! Ele falou sobre as horas e horas que passou trancado no quarto com seu violão, cantando para Jesus, adorando a Jesus, estando com Jesus, ficando com Jesus. Assim foi possível experimentar a plena liberdade e pureza. Foi dessa forma que ele superou a natureza caída que o dominava.
É preciso que isso fique claro, quando Jesus chamou aqueles homens de incrédulos e perversos, ELE estava apontando para o domínio que natureza caída ainda tinha sobre eles. Essa compreensão se torna mais lúcida ainda ao percebermos como Jesus faz questão de defini-los: “Ó geração…”. No original grego, de acordo com o Léxico de Strong, essa palavra expressa a seguinte idéia: os membros sucessivos de uma genealogia. Queridos, qual era o “pedigree” espiritual daqueles homens, de qual árvore genealógica espiritual eles vinham, qual o DNA da espiritualidade deles? A religiosidade estéril! Seus antepassados conheciam muito bem a religião e eram reféns de sua esterilidade. Por isso Jesus os chamou a um relacionamento, para que eles pudessem experimentar a liberdade dessa natureza caída que apesar da religião, continuava geração após geração dominando e escravizando o ser humano.
Muitos não entendem que fazer parte de uma religião, inclusive a chamada evangélica, não possibilita essa experiência de superação da natureza caída. A maioria das religiões tem o seu valor sociológico, a maioria das religiões estabelece um padrão comportamental moral e ético elogiável, a maioria das religiões promove o bem coletivo, mas nenhuma religião proporcionará liberdade da natureza caída. Esse papel é exclusivo de Jesus.
“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8. 31-32).
O domínio da natureza caída é tão real sobre o homem, que mesmo ele vivendo a realidade religiosa, ou até mesmo depois de dizer sim ao chamado de seguir Jesus, ele enfrentará seus ataques. Alguns pensam que Jesus quer reerguer a natureza caída do homem, não! Jesus é a Pedra Angular que veio para esmiuçar, para esmigalhar essa natureza caída. Eis a razão do chamado de Jesus ser primeiramente, em ordem e valor, para estar com ELE, conviver com ELE, antes de trabalhar para ELE: o processo de reduzir a natureza caída ao pó, a absolutamente nada.
Agora preste atenção, da mesma forma que se engana quem pensa que Jesus irá reerguer a natureza caída do homem, se engana quem pensa que esse processo de transformação é simples e rápido. Se você continuar lendo o contexto perceberá que os homens que ouviram da boca de Jesus: “Ó geração incrédula e perversa. Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?”, os nove que não conseguiram libertar o rapaz endemoninhado, juntamente com os três que subiram ao monte, momentos depois estavam discutindo sobre quem seria o maior deles:
“Tendo eles partido para Cafarnaum, estando ele em casa, interrogou os discípulos: De que é que discorríeis pelo caminho? Mas eles guardaram silêncio; porque, pelo caminho, haviam discutido entre si sobre quem era o maior.” (Marcos 9.33-34).
A natureza caída só é superada num processo de relacionamento com Jesus, um relacionamento constante, diário, genuíno: “Então, designou doze para estarem com ele…”. É assim, é só assim, que a Pedra Angular tornará pó à natureza caída!
A declaração do Espírito Santo: “Comportamentos da natureza caída!”, é um chamado a superação, é um chamado para estar, ficar, conviver, ser íntimo de Jesus. É um chamado para todo aquele que mesmo entendendo e experimentando a imensurável graça e misericórdia, o imensurável amor e perdão do Senhor Jesus, ainda assim em determinados momentos pode ouvi-Lo: “Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?…”.
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Sobre o autor: Luciano R. Meier é casado com Cláudia e pastor da Comunidade Cristã Discípulos em Jaraguá do Sul/SC.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

BATISMO JANEIRO DE 2012

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Mateus 28:19


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ministério Adoração Brasil

Estivemos este mês de agosto em Fortaleza-CE, ministrando em mais um Encontro com Deus. Dessa vez para os nossos irmãos do Ministério Adoração Brasil, onde fomos bastante edificados.
Podemos contar nesse encontro com a presença dos amados Pastores, Pr. Fred e Pra. Flávia e dos Líderes da Geração Rio de Deus - Milson e Nara, da Geração Som de Muitas Águas - Marco Aurélio e Silvia Arrais, da Geração Asas em Chamas - Pablo, além dos irmãos, Walmir, Sérgio, Wilian, Daniel, Rejane, Larisse, Rosita, Zaina e Neves.
Uma experiência nova, onde podemos experimentar do grande amor de Deus por nós. Todo ocorreu como Deus programou e terminando com uma grade comemoração na Festa do Céu.

Você que não pode ir, fica o convite para um próximo encontro que acontecerá no mês de Dezembro e nós novamente estaremos lá para dar uma força para os nossos irmãos.

Louvado seja o nosso Senhor, o único que é digno de toda honra e de toda adoração.

Geração Rio de Deus

terça-feira, 7 de junho de 2011

Reuniao da Geraçao

Boa noite!
Amanhã dia 08/06/11. Nos reuniremos para tratar sobre assuntos do dia dos Pastores e basar pro elim. Os lideres estão todos convocados.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Malaquias 3:3

Malaquias 3:3 diz: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'

Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e a natureza de Deus.

Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.

Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assistí-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo.

Ela foi assistí-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar.

Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que segure-se a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.

A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'

Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada.

Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída.

A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'
 
Ele sorriu e disse: 'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.'

Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de ti até que Ele veja Sua imagem em você.
Se puder, passe essa mensagem adiante. Provavelmente, existe alguém que precisa saber que Deus está cuidando dele. E, seja o que for que estiverem passando, eles sairão 'refinados' no final.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mapa de localização Feijoada Rio de Deus


RUA CEARÁ/PARAÍBA, 375 CHACARÁ BRASIL - TURU
  1. VIDO NA AV. SÃO LUÍS REI DE FRANÇA NO SENTIDO COHAB - TURÚ - OLHO DÁGUA;
  2. ENTRAR NA AV. OITO DO HABTACIONAL TURU, NA FARMÁCIA EXTRA FARMA;
  3. NO FINAL DA RUA, ASSIM QUE CHEGAR NO CONDOMÍNIO MIRAMAR, VIRE A ESQUERDA, NA AV. SETE;
  4. DEPOIS QUE PASSAR DA IGREJA ASSEMBÉIA DE DEUS, VIRE NA RUA CEARÁ À ESQUERDA;
  5. SEGUE EM FRENTE, A CASA FICA DE CANTO, DO LADO DIREITO

O gigante que Davi não derrubou


BATESEBA
A bíblia não se cala sobre os erros de seus personagens, mesmo daqueles considerados de grande importância. Esta é uma forte evidência a favor de sua veracidade.
Davi, no dia da batalha, preferiu ficar em casa descansando (ISm.11.1). Aquele que se mostrara tão audacioso no confronto com Golias, agora deixa que outros enfrentem o inimigo. Estaria acomodado após a conquista do trono? Seria uma questão de preguiça, negligência, omissão? Talvez. Sendo rei, podia fazer ou deixar de fazer o que quisesse. Contudo, a soberania sem limites criou oportunidade para o pecado. Houve mau uso de sua liberdade.
Estando no terraço, ocioso, talvez com a mente vazia, viu uma mulher tomando banho. O homem é muito influenciado pelo que vê. Davi não era diferente. Bate-seba, por sua vez, foi imprudente ou mal-intencionada, ao desnudar-se sem os devidos cuidados. Imediatamente, Davi mandou que a buscassem para si. Quem poderia resistir à ordem do rei? Entretanto, verificou-se ali o abuso de autoridade, a serviço da cobiça e do egoísmo. A concupiscência tomou o lugar do amor ao próximo. Todo líder precisa ser vigilante no uso das prerrogativas de sua posição,reconhecendo os limites de sua autoridade. A função de liderança não significa permissão para o pecado nem isenção de responsabilidade. O súdito ou subordinado não deve ser usado como objeto de exploração ou manipulação.
Davi cometeu adultério com Bate-seba e não imaginou que pudesse ser descoberto. Afinal, não houve testemunhas daquele crime (IISm.12.12). Se a mulher dissesse alguma coisa, ninguém acreditaria e ela ainda poderia sofrer punições por acusar o rei.
Quando Bate-seba voltou para casa, o problema parecia encerrado. Contudo, era apenas o início de um longo pesadelo. Muitos cometem atos ilícitos e pensam que tudo se encerrará ao amanhecer, mas caem em laços que os prendem pelo resto da vida.
O ato pecaminoso deu início a uma série de fatos descontrolados, numa seqüência cada vez mais complicada, irreversível e com desfecho trágico.
Na busca pelo prazer irresponsável, ocorreu o efeito colateral: uma gravidez indesejada. Daí em diante, o desejo de esconder o erro crescia junto com as evidências. Foi assim, desde o Éden (Gn.3.7-10).
Davi passou a se comportar como alguém que tenta, desesperadamente, conter um vazamento perigoso. Todavia, cada medida piorava ainda mais a situação. Seu primeiro plano inteligente para encobrir o pecado foi trazer para casa o marido, Urias, que estava no campo de batalha. Assim, todos pensariam que o filho era dele, ainda que alguns traços reais em seu rosto pudessem desmentir a opinião pública. Depois, o que seria daquele menino? Um pequeno príncipe, filho do rei, sem honra, sem palácio e sem herança.
A idéia de transferência da paternidade não funcionou. O soldado recusou-se a dormir no aconchego do seu lar, enquanto seus correlegionários estavam na guerra. Vemos ali um exemplo de solidariedade e renúncia.
Veio então o “plano B”: providenciar a morte do marido. E assim foi feito. Urias foi devolvido ao comandante, levando, por meio de uma carta, sua própria sentença de morte! A maldade do rei adquiriu requintes de crueldade. O pecado traz muitas conseqüências, inclusive novos pecados, talvez até mais graves, para encobrir o primeiro. “Um abismo chama outro abismo” (Salmo 42.7). O adultério traz consigo as mentiras, as farsas, o esforço pelo sigilo e, naquele caso, produziu um homicídio. Entretanto, aquela morte foi muito bem arquitetada. Novamente, a inteligência do rei elaborou um plano astuto. Quem poderia dizer que Davi matou Urias? Afinal de contas, ele morreu em combate. Somente o general tinha conhecimento da ordem para que o soldado fosse colocado na linha de frente.
A pedra lançada num lago provoca uma turbulência na superfície que se propaga em forma de ondas em todas as direções. Assim acontece com o pecado cometido. Ele traz muitas conseqüências, algumas imprevisíveis, com efeitos negativos diversos, afetando o pecador e os que estão à sua volta, principalmente a própria família. O Antigo Testamento traz exemplos de famílias destruídas por causa do pecado de um de seus membros, geralmente do pai (Js.7.24-26; Num.16.31-32). No caso de Davi, sua família sofreu graves danos (IISm.12.10-12; 16.22). Também foi destruído o lar de Urias. Além disso, o filho do adultério morreu poucos dias depois do seu nascimento (IISm.12.18).
Notemos, portanto, a seqüência de fatos: adultério, gravidez indesejada, homicídio, morte do filho. Além disso, o mau testemunho de Davi foi motivo de blasfêmias por parte dos inimigos do Senhor (IISm.12.14), motivo pelo qual o castigo precisava ser de conhecimento público. Não permita que isto aconteça em sua vida. Não entre por esse caminho maligno.
O pecado tem algumas repercuções imediatas e outras a prazo. Seus efeitos afetam o passado, o presente e o futuro. Como pode afetar o que passou? Desvalorizando os êxitos anteriores, derrubando o que foi construído, destruindo lares e reputações, corrompendo os conceitos que já estavam consolidados. Esta semana,por exemplo, assisti uma regravação de uma pregação antiga de um determinado pastor assembleiano aqui do Brasil, o qual era grandemente usado por Deus na ministração da Palavra, há algumas décadas atrás. Como fui profundamente tocado por aquela mensagem fui emprestá-la a um obreiro,amigo de ministério, para assistirmos juntos,ao término do VHS,essas foram as suas palavras :”Que mensagem tremenda-aaa-aa-a!Poderosa-aaa-aa-a!Não dá nem para acreditar que ele caiu com a secretária!!!”. Sabemos que a queda daquele obreiro se deu muito anos depois daquela poderosa pregação,porém o pecado manchou até mesmo aquilo que se passou antes da queda!
Quanto ao futuro, as portas se fecham, as expectativas se desfazem ou ficam bastante prejudicadas. O castigo passa a ser aguardado com temor. O pecado abre feridas e deixa cicatrizes. As gerações futuras também podem ser influenciadas negativamente, através de conseqüências naturais e espirituais. No mínimo, receberão o mau exemplo. Na pior das hipóteses, serão exterminadas, como aconteceu com muitos descendentes de Cão.
Depois da morte de Urias, Davi imaginou que seu pecado estivesse seguramente encoberto. Por fim, casou-se com Bate-seba que, nesse tempo, já estava viúva. Aí então, o rei deve ter pensado que tudo estivesse regularizado. Entretanto, o casamento, por si só, não apaga o adultério nem purifica pecados. Davi deu tempo ao tempo, porém o tempo não perdoa pecado! É preciso arrependimento, conversão e perdão. Davi tomou muitas providências para controlar o caos que ele mesmo provocou, mas foi em vão. As soluções humanas não são suficientes para resolver problemas espirituais causados pelo pecado. A vida de Davi parecia continuar dentro da normalidade, quando o profeta Natã veio lhe fazer uma visita. Deus vê todas as coisas. Ele é testemunha e também juiz. Não existe pecado secreto.
“Esta coisa que Davi fez pareceu mal aos olhos do Senhor” (IISm.11.27).
O profeta recebe de Deus a dura incumbência de repreender o rei. O ministério profético, semelhante ao trabalho do oficial de justiça, é difícil, pois pode envolver grandes desafios e grandes riscos. O porta-voz de Deus não pode ser covarde nem medroso. Naquele tempo, sua missão de cobrar o cumprimento da lei fazia com que ele fosse rejeitado e perseguido (Mt.5.12). Sua companhia nem sempre era desejável. Contudo, seu galardão seria grande.
O profeta não é superior ao rei, mas a palavra de Deus, que é o Rei dos reis, está acima de qualquer autoridade humana. Natã foi até o palácio mostrar ao rei que a autoridade divina não pode ser desconsiderada pelo líder humano. O rei não está acima da lei divina. Chegou o momento da prestação de contas. O profeta veio trazer a acusação e a notificação da sentença, embora com oportunidade para que o réu se manifestasse. A abordagem precisava ser feita com sabedoria. Para tanto, uma parábola foi proposta. Davi, sendo músico e poeta, gostava de parábolas, principalmente sobre ovelhas. Contudo, esta não lhe seria agradável.
Ouvindo a respeito do erro do personagem fictício, o rei se apressou em pronunciar a condenação sobre ele (IISm.12.5). Somos rápidos para julgar os pecados alheios, e lentos para o reconhecimento dos nossos. Então, Natã revelou que o personagem pecador representava o próprio rei. Quando ouvimos a palavra de Deus, precisamos olhar para nós mesmos e não ficar tentando enquadrar as outras pessoas.
Ainda hoje, Deus envia sua palavra para mostrar o pecado, avisar sobre as conseqüências e oferecer misericórdia. Cabe ao pecador responder à voz de Deus e aproveitar sua oportunidade.
Davi poderia mandar matar Natã, dando seqüência à série de pecados que vinham sendo cometidos. Entretanto, ele escolheu aceitar a repreensão e se arrepender. Naquele momento, o rei muda a direção de sua vida. Isto é arrependimento. Naqueles dias, Davi compôs o Salmo 51, expressando todo o seu pesar e transformação.
Se não houvesse mudança, Davi morreria (IISm.12.13). Esta seria a próxima etapa em sua trajetória de transgressões. Afinal, o salário do pecado é a morte (Rm.6.23). Contudo, o rei tomou a decisão correta, escolheu o perdão e a vida. Davi foi perdoado (IISm.12.13).
A todos os pecadores, Deus chama ao arrependimento (At.17.30). Os danos causados pelo pecado podem ser muitos, mas o Senhor deseja livrar nossas almas do inferno, que é a última estação para os que insistem em andar longe dos caminhos do Senhor.
Deus perdoa, mas muitas conseqüências permanecem. Portanto, a prevenção é o melhor remédio. O filho daquela união morreu. Um inocente sofreu a conseqüência do pecado de seu pai. Devemos ser cuidadosos para que os nossos filhos não sejam vítimas de nossas iniqüidades.
Não falo de que nossos filhos levarão sobre si nossos pecados, poís a Bíblia deixa claro que:
“a alma que pecar esta morrerá;o filho não levará a maldade do pai,nem o pai levará a maldade do filho;a justiça do justo ficará sobre ele,e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.”(Ez 18.20).
Contudo sejamos sábios e não loucos. Sábio é aquele que escolhe a justiça e a retidão.
O relato nos ensina sobre o caráter humano e o caráter divino. O amor e a misericórdia de Deus se destacam através do perdão concedido àquele que cometeu pecados tão graves. Talvez não sejamos capazes de perdoar erros de tal magnitude (IISm.12.5).
Por outro lado, a misericórdia de Deus não deve ser utilizada como desculpa para a prática do pecado, pois as conseqüências deste podem ser tão devastadoras a ponto de exterminar o pecador antes do arrependimento e do perdão.
Aprendamos com a história de Davi. Aquele grande servo de Deus cometeu graves pecados, mas não permaneceu neles. Que Deus nos ajude, para que nossas vidas sejam conduzidas dentro da sua vontade, de acordo com a sua palavra, produzindo motivos de glória para o seu nome.
Em Cristo,Leonardo Araújo
Postado no Jornal Pequeno - Página Gospel - 15/02/2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Feliz Aniversário Dudu Prazeres


Deus nos criou a sua imagem e semelhança...
e deu-nos pessoas maravilhosas em nossos caminhos...
E agradecemos a Deus supremo por ter colocado você em nossa vida...

Você, que é um grande exemplo de pessoa...
batalhadora, franca, amiga, e, acima de tudo isso...
você é uma pessoa muito importante para Deus e para nós...

Todos os dias agradecemos a este Deus maravilhoso que nos deu a vida...
Por ter você em nossos caminhos... E é em nome deste Deus, que queremos homenagiá-lo com estas palavras de Nosso senhor Jesus Cristo:
Eu sou o caminho, a verdade e a vida...
Ele nos ensinou o caminho que devemos seguir...
Também o caminho da verdade, e que fazemos parte de sua vida...

Parabéns pelo seu dia...
o seu aniversário...
que Deus te dê muita paz,
e muitas felicidades...

Geração Rio de Deus

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Encontro com Deus

O Encontro com Deus já mudou a vida de muita gente da nossa Rede e pode mudar a sua também, PARTICIPEM!!!!!

- O encontro acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de Março de 2011;
- Saída: 11/03(sexta) - Porta da Igreja Batista do Angelim às 20h;
- Retorno: 13/03 (domingo) às 18h;
- A inscrição custa apenas R$ 30,00 e você terá direito as refeições nos 03(três dias);
OBS: o local será no ELIM, o mesmo dispõe de dormitórios, mas se você preferir poderam levar colchonetes, além de colchas de cama, lenções e etc. 

Para Melhores informações é nos procurar na Igreja Batista do Angelim nas saídas dos cultos, onde sempre terá alguem para inscrições e informações, ou pelos fones que constam no anuncio.

POVO DE DEUS OREM OREM PELO ENCONTRO E PELAS PESSOAS QUE ERAÇVOCÊ QUER QUE ESTEJA LÁ.

GERAÇÃO RIO DE DEUS - IBA

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Feijoada Rio de Deus

Participem da Feijoada Beneficente, que nossa geração estará realizando dia 20/02(domingo) a partir do meio dia. Será cobrado um valor de R$ 5,00 (cinco reais), que vai ajudar na reaização do Encontro com Deus da nossa Rede Mais que Canções nos dias 11, 12 e 13 de março.

Divulguem para todos e ajude na realização dessa ação!!!!!!!!!!!

Geração Rio de Deus

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PARÁBOLA DOS DOIS FILHOS

Pr.Romildo Gurgel

LEITURA BÍBLICA: (Mt. 21:28-32)

I – INTRODUÇÃO
Ao estudar as parábolas, observamos que Jesus tinha como ouvinte grandes multidões, os seus discípulos em particular, abertamente no templo com os principais sacerdotes e anciãos do povo.

II - PRINCIPAIS MOTIVOS QUE LEVOU JESUS TECER ESTA PARÁBOLA

a) Na ocasião em que os principais sacerdotes e os anciãos do povo questionaram a autoridade de Jesus –
(Mt.21: 23) - Tendo Jesus entrado no templo, e estando a ensinar, aproximaram-se dele os principais sacerdotes e os anciãos do povo, e perguntaram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? e quem te deu tal autoridade?
24 Respondeu-lhes Jesus: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, eu de igual modo vos direi com que autoridade faço estas coisas.
25 O batismo de João, donde era? do céu ou dos homens? Ao que eles arrazoavam entre si: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que não o crestes?
26 Mas, se dissermos: Dos homens, tememos o povo; porque todos consideram João como profeta.
27 Responderam, pois, a Jesus: Não sabemos. Disse-lhe ele: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.

As autoridades religiosas queriam capturá-lo com uma declaração de blasfêmia.
Respondendo-lhe com uma pergunta, Jesus coloca seus oponentes em um dilema.
Veja que este questionamento foi no momento em que Jesus ensinava no templo - vs.23

b) Esta questão de autoridade havia sido também especulada antes em uma sinagoga em Cafarnaum
(Mc.1: 27) - E todos se maravilharam a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Uma nova doutrina com [autoridade]! Pois ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!

AUTORIDADE QUANDO ENSINAVA DOUTRINAS
(Lc.4: 32) - e maravilharam-se da sua doutrina, porque a sua palavra era com [autoridade].

III – NOTEMOS A SEMELHANÇA DOS FILHOS

a) Tiveram os mesmos pais,
b) O mesmo ensino,
c) A mesma criação
d) O mesmo serviço
e) E a mesmo pedido foi solicitado a ambos.

IV - O QUE ENSINA A PARÁBOLA?
a)A parábola trata duas classes de pessoas: O primeiro filho um filho arrependido, e o segundo um filho impenitente .
SOBRE OS FILHOS PENITENTES O SENHOR ESPERA:
FRUTOS DE ARREPENDIMENTO
(Mt.3 8) - Produzi, pois, frutos dignos de [arrependimento],

(Lc.3 8) - Produzi, pois, frutos dignos de [arrependimento]; e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos por pai a Abrãao; porque eu vos digo que até destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abrãao.

A ALEGRIA NOS CÉUS ESTA PARA QUEM SE ARREPENDE
(Lc.15: 7) - Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de [arrependimento].

A TRISTEZA SEGUNDO DEUS É PARA ARREPENDIMENTO
(2Co.7: 10) - Porque a tristeza segundo Deus opera [arrependimento] para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte.

b)O primeiro disse que não ia, e foi, o segundo disse que ia e não foi. Isto ensina que afirmações sem reflexão, resulta em descompromisso e rebeldia.

A NOSSA PALAVRA TEM QUE SER SIM SIM E NÃO NÃO
(Mt.5: 37) - Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno.

(2C.1: 17) - Ora, deliberando isto, usei porventura de leviandade? ou o que delibero, faço-o segundo a carne, para que haja comigo o [sim, sim] e o não?

(Tg.5: 1) - Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; seja, porém, o vosso [sim, sim], e o vosso não, não, para não cairdes em condenação.

c)Ensina que a pessoa que se recusa a fazer o que lhe é pedido, mas que, mais tarde, muda de idéia e faz a tarefa, é melhor que aquela que promete cuidar de suas obrigações, mas nunca as realiza. Isto é arrependimento.

d)Ensina que o que faz a vontade do Pai é o que obedece aos pedidos do Pai.

e)Ensina que os principais sacerdotes e os anciãos não podiam se esconder atrás de uma falsa ignorância fingida.

f)Ensina que o ensino no V.T. e do N.T. é obedecer a palavra de Deus, escutar a sua voz e fazer a sua vontade. (1Sm.15:22; Jo.15:14).

V - A EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA
1 – O Pai – Seria um retrato de Deus, como também na parábola do Filho Pródigo. (Lc.15:11-32)

2 – Os filhos – Podem ser divididos em dois: Obedientes e desobedientes.
OBEDIENTES são classificados como coletores de impostos/meretrizes que se arrependeram.
DESOBEDIENTES: São classificados com os religiosos como religião organizada, mas que apesar da organização, não faziam a vontade de Deus. O ajuntamento não promovia um ambiente de arrependimento, mas um formalismo, dogmático religioso que não cumpriam a vontade de Deus.

3 – Observe que o Pai se dirige ao primeiro filho e pede para ele trabalhar
a)O PRIMEIRO FILHO:
(Mt.20:28) – Mas que vos parece ? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
29 Ele, porém, respondendo disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi.

OBS: Nas tradução mais novas, que chegam mais próximas do original, a resposta do primeiro filho é trocada pelo segundo.

Exemplo:

Bíblia Vida Nova –

(Mt.21:29) – Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi

Na Bíbia de Estudos Plenitude diz:

(Mt.21:29) – Ele, porém, respondendo disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi

Isto em si não altera a interpretação da parábola e os ensinos que poderemos extrair dela. Isto ocorreu, na ocasião da tradução feita pelos originais mais recentes. Portanto, vamos interpretar considerando o que diz a Bíblia de Estudos Plenitude.

Que aconteceu com o primeiro filho ?

a)Ao receber o convite do Pai para trabalhar na vinha, negou o trabalho..
b)Ao ouvir João Batista sobre o arrependimento, arrependeu-se e decidiu ir trabalhar na vinha – vs.32

O que retrata o primeiro filho ?
a)O primeiro filho é a personificação dos coletores de impostos e das meretrizes que viviam uma vida de pecado e se recusavam a fazer a vontade de Deus. Mas, quando veio João Batista, pregando o batismo do arrependimento para remissão de pecados, os marginalizados pela moral e pela sociedade se arrependeram, creram, e entraram no reino de Deus. Assim fizeram a vontade do Pai.

b) Este filho foi o que fez a vontade do Pai – vs.31

c) Revelação das escrituras sobre a vontade de Deus

QUE VENHA O REINO E SEJA FEITA A VONTADE
(Mt.6: 10) - venha o teu reino, seja feita a tua [vontade], assim na terra como no céu;

SÓ PARA OS QUE FAZEM A VONTADE É QUE SERÃO APTOS PARA ENTRAR NO REINO
(Mt.7: 21) - Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a [vontade] de meu Pai, que está nos céus.

OS QUE FAZEM A VONTADE DE DEUS É QUE É DA FAMÍLIA DE DEUS
(Mt.12: 50) - Pois qualquer que fizer a [vontade] de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe.

(Mc.3: 35)- Pois aquele que fizer a [vontade] de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe.

O SERVO QUE SOUBE A VONTADE DE DEUS E NÃO FEZ CONFORME A SUA VONTADE SERÁ CASTIGADO COM MUITOS AÇOITES
(Lc.12: 47) - O servo que soube a [vontade] do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua [vontade], será castigado com muitos açoites;

A COMIDA QUE SATISFAZ É FAZER A VONTADE DE DEUS
(Jo.4: 34) - Disse-lhes Jesus: A minha comida é fazer a [vontade] daquele que me enviou, e completar a sua obra.

TODOS OS QUE QUEREM FAZER A VONTADE DE DEUS, DEVEM SABER QUE A DOUTRINA QUE JESUS ENSINA É DE DEUS
(Jo.7: 17) - Se alguém quiser fazer a [vontade] de Deus, há de saber se a doutrina é dele, ou se eu falo por mim mesmo.

DEUS HOUVE AQUELES QUE É TEMENTE A ELE E FAZEM A SUA VONTADE
(Jo.9: 31) - sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém for temente a Deus, e fizer a sua [vontade], a esse ele ouve.

O HOMEM QUE É SEGUNDO CORAÇÃO DE DEUS É O QUE FAZ TODA A SUA VONTADE
(At.13: 22) - E tendo deposto a este, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também, dando testemunho, disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha [vontade].

É PRECISO HAVER RENOVAÇÃO DE MENTES PARA SE EXPERIMENTAR A VONTADE DE DEUS
(Rm.12: 2) - E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita [vontade] de Deus.

JESUS DISSE QUE DESCEU DO CÉU NÃO PARA FAZER A SUA PROPRIA VONTADE
(Jo.6: 38) - Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
39 E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia.

b)O SEGUNDO FILHO:
(Mt.20:30) – E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi

O que aconteceu com o segundo filho ?

a) Ao receber o convite para trabalhar, disse que iria, mas não foi.
b) Estes ouviram de igual modo a João Batista e não vieram a acreditar em tudo que ele dissera sobre o arrependimento.
c) Este não fez a vontade do Pai, embora afirmasse que iria fazê-lo – vs.31
d) Este filho revelou egoísmo, desobediência com afirmação de obediência, preguiçoso e preocupado com seus próprios interesses.

O que retrata o segundo filho ?

a) O segundo filho retrata a atitude dos líderes religiosos dos dias de Jesus.
b) São aqueles que fazem tudo para serem vistos pelos homens – (Mt.6:1)
c) Oram em pé nas sinagogas e nas ruas para serem vistos pelos homens – (Mt.6:5)
d) São exibidores dos seus filatérios –(Mt.23:5)
Filactério - No judaísmo, par de pequenas caixas de couro usadas ritualmente, amarradas ao braço e à testa por correias, tb. de couro, e que contêm trechos das Escrituras.

e) São os que amam os primeiros lugares nas sinagogas – (Lc.11:43)
f) As saudações nas praças – (Lc.11:43)
g) E o ser chamados de mestres pelos homens – (Mt.23:5-7)
h) São aqueles que não praticam o que pregam – (Lc.7:29-30)

PONTO INTERESSANTE

a) Assim como na parábola dos meninos brincando na praça, utiliza o testemunho de João Batista, esta parábola também, ambos as parábolas é um convite para o arrependimento. – (Vd. Lc.7:31-35)

BIBLIOGRAFIA

A BÍBLIA EXPLICADA . CPAD, 13a Edição, 1974. Rio de Janeiro/RJ

BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE. Sociedade Bíblica do Brasil

OS EVANGELHOS – Editora Arvore da Vida, primeira edição, 1999. São Paulo/SP

KISTEMAKER. Simon J. As Parábolas de Jesus. Casa Publicadora Presbiteriana. 1a Edição 1992. São Paulo/SP

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O Ano de 2011: Decisões determinam estações

Por Dan Duke

                      O próximo ano, 2011 marca o décimo primeiro ano do século 21. O número onze como usado na Bíblia indica desordem, desorganização, imperfeição, e desintegração.
                      Estas palavras são a melhor descrição de minha previsão quanto ao próximo ano no governo, na economia, na sociedade, e infelizmente, na igreja. No entanto, decisões determinam estações!
                      O que quero dizer é que você não precisa participar na corrupção e desintegração da sociedade e da igreja. Na realidade, a verdade é exatamente o contrário. Você é chamado para ser diferente!
                      A desordem na igreja deve ser substituída pela ordem divina tendo a Palavra de Deus como único padrão.
                      Isto sempre começa com a liderança, e nós, que somos organizados, como líderes devemos ser exemplos destes padrões estabelecidos por Deus. Como você sabe, nós temos um mandamento de sermos exemplos para o rebanho de Deus.
                      Recentemente, conversando com um líder importante do sul do Brasil, soube que é rara a semana que ele não ouve de uma queda moral de algum pastor, e que são poucos os que honestamente buscam arrependimento e restauração.
                      É triste quando um homem de Deus cai em tentação, entretanto a tristeza é intensificada quando tal homem não leva a sério as conseqüências tanto para si mesmo, quanto para aqueles que o seguem.
                      Porém, em um tempo de desordem e desintegração, a sua decisão determina a sua estação.
                      Sua decisão de se submeter a ordem divina da Palavra de Deus o coloca em uma estação de benção e crescimento, enquanto outros podem estar sofrendo as conseqüências de decisões erradas.
                      Em uma estação espiritual na qual muitos experimentarão desorganização e desintegração, a sua decisão vai determinar a sua estação.
                      2011 pode ser seu melhor, ou pior ano, de acordo com sua decisão.
                      Decisões determinam estações.
                      O próximo ano, com toda certeza, será marcado por mais imperfeição (falta de maturidade), e desintegração (as coisas parecerão estar desabando), mas seu testemunho não precisa ser assim. Olhando o mundo ao seu redor, você pode facilmente decidir ser diferente, e estabelecer um exemplo melhor de reino, benção, e prosperidade.
                      Quando eu digo que decisões determinam estações, eu quero dizer exatamente isso.
                      Você determina a estação que você está vivendo tomando as decisões corretas.
                      Seu futuro e destino estão no seu poder de decidir.
                      Deuteronômio 30:19 diz tudo: "Hoje, eu coloco diante de ti a vida e a morte, benção e maldição, escolhe, pois, a vida, para que vivas tu e a tua semente." Aí está, sua decisão determina sua estação.
                      2010 logo vai acabar, e agora é a hora de decidir como será 2011.
                      Alguns de vocês tomarão a decisão correta, outros tomarão a decisão errada, alguns, infelizmente, não tomarão decisão alguma.
                      Eu realmente encorajo você a se achegar à sua Bíblia, e honestamente buscar a sabedoria do Espírito Santo em suas decisões para o Ano Novo.
                      Que estação espiritual você experimentará em 2011?
                      Depende de você decidir que estação 2011 lhe trará.

Decida com sabedoria.Dan Duke - Uma Chamada para as Nações
Fonte: daneduke.wordpress.com

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Os Cristãos Devem Celebrar o Natal?

por
John MacArthur

                            As Escrituras não ordenam especificamente que os crentes celebrem o Natal — não há “Dias Sagrados” prescritos que a igreja deva celebrar. De fato, o Natal não era observado como uma festividade até muito após o período bíblico. Não foi antes de meados do século V que o Natal recebeu algum reconhecimento oficial. Nós cremos que o celebrar o Natal não é uma questão de certo ou errado, visto que Romanos 14:5-6 nos fornece a liberdade para decidir se observaremos ou não dias especiais:
                            Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus (Romanos 14: 5-6).
                            De acordo com esses versos, um cristão pode, legitimamente, separar qualquer dia — incluindo o Natal — como um dia para o Senhor. Cremos que o Natal proporciona aos crentes uma grande oportunidade para exaltar Jesus Cristo.
                            Primeiro, a temporada de Natal nos lembra das grandes verdades da Encarnação. Recordar as verdades importantes sobre Cristo e o evangelho é um tema prevalecente no Novo Testamento (1 Coríntios 11:25; 2 Pedro 1:12-15; 2 Tessalonicenses 2:5). A verdade necessita de repetição, pois nós facilmente a esquecemos. Assim, devemos celebrar o Natal para recordar o nascimento de Cristo e nos maravilhar ante o mistério da Encarnação.
                            O Natal também pode ser um tempo para adoração reverente. Os pastores glorificaram e louvaram a Deus pelo nascimento de Jesus, o Messias. Eles se regozijaram quando os anjos proclamaram que em Belém havia nascido um Salvador, Cristo o Senhor (Lucas 2:11). O bebê deitado na manjedoura naquele dia é nosso Senhor, o “Senhor dos senhores e Rei dos reis” (Mateus 1:21; Apocalipse 17:14).
                            Finalmente, as pessoas tendem a serem mais abertas ao evangelho durante as festividades de Natal. Devemos aproveitar desta abertura para testemunhar a eles da graça salvadora de Deus, através de Jesus Cristo. O Natal é principalmente sobre o Messias prometido, que veio para salvar Seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21). A festividade nos fornece uma maravilhosa oportunidade para compartilhar esta verdade.
                            Embora nossa sociedade tenha deturpado a mensagem do Natal através do consumismo, dos mitos e das tradições vazias, não devemos deixar que estas coisas nos atrapalhem de apreciar o real significado do Natal. Aproveitemo-nos desta oportunidade para lembrar dEle, adorá-Lo e fielmente testemunhar dEle.